domingo, 29 de maio de 2011

As de plástico não morrem.

" As flores de plástico não morrem."
Eu, enquanto isso, vou seguindo com minha mortalidade de carne de osso, hehe.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Só não se perca (ou não me perca) ao entrar no meu infinito particular.

 

Aquele velho ditado: "Só sabe MESMO quem passa."

É assim, o nosso universo interior faz jus ao nome. Dentro dele podem ter nuvens, mares, verdes e felicidades, ou trovões, tsunamis, guerras e tristezas. Quem vai saber se as palavras não disserem? Não concordo que o comportamento revela tudo; muitas vezes um sorriso não é o mesmo que sente um coração.
Mas enfim, nesse ponto somos sozinhos e outro só consegue mesmo saber quando é dito, quando é acreditado, quando é sentido.
Entretanto, nem sempre e nem todos, aliás muito poucos é que conseguem ver com os olhos do coração o lado do outro e enxergar com solidariedade e sem críticas. Nessa hora que encontramos quem são os nossos, quem é de verdade, quem tá junto.


E recorrendo a essa verdadeira frase é que digo: "Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é."

terça-feira, 17 de maio de 2011

Como se sente o mundo.

Blanco

Me vejo no que vejo
Como entrar por meus olhos
Em um olho mais límpido
Me olha o que eu olho
É minha criação
Isto que vejo
Perceber é conceber
Águas de pensamentos
Sou a criatura do que vejo.